quinta-feira, 30 de junho de 2011

A criança interior e a felicidade...

Os últimos dois livros que li são: O ultimo trem de Hiroshima e 1808.
Ambos são muito bons. Um fala sobre as bombas de Hiroshima e Nagasaki (recomendo muito essa leitura), enquanto o outro fala sobre a vinda de D. João para o Brasil.

Pretendo nos próximos dias começar a ler 1822. É a continuação de 1808 e fala sobre o que aconteceu com o Brasil após a volta de D. João para Portugal.

Mas por que diabos esse texto falando sobre os últimos livros que li? Ah! Também li a ultima edição dos X-men, Batman e Wolverine...

Adoro gibis tanto quanto gosto de ler um bom livro.

Lembro de alguns anos atrás, ta bom... muitos anos atrás, quando brincava de playmobiu e conversava animadamente com meus bonecos sem me preocupar com o que os outros pensavam.

Os anos foram passando e com o tempo fui brincando cada vez menos com meus bonecos, conversando cada vez menos com eles. Cresci...

Assim é a vida... Deixamos de lado as coisas boas da infância, quando simplesmente vivemos sem nos preocupar com o que os outros pensam e começamos a viver cada dia mais preocupados com o consumo, ser vitoriosos e agir de uma forma padrão, pois do contrário, seremos taxados como “estranhos”.

Quem nunca riu de uma pessoa fora dos padrões do que é considerado normal?

Pois é, meus amigos... Em um determinado momento nos vemos procurando uma felicidade que nunca encontramos na plenitude, sem saber o por que, mas a resposta está na nossa frente, ou melhor, no nosso passado.

Se não encontramos a felicidade, é por que simplesmente deixamos de fazer o que gostamos para nos enquadrar no que é esperado pela sociedade.

Por isso, meus caros; não deixo de ler meus gibis, assim como não deixo de ler bons livros.

Preservar nossa criança interior viva é preservar a felicidade que tanto procuramos em nossa vida adulta, sem nunca encontrar.

Não se enquadre, seja você mesmo sem se preocupar com o que os outros pensam, pois o que realmente importa é ser feliz...

A todos, um dia iluminado!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Uma aberração chamada beautifulpeople!



Bom dia!

Hoje vou falar sobre redes sociais. Na realidade, vou falar especificamente sobre uma aberração chamada” beautifulpeople”.

Não sei se todos conhecem, mas semana passada ela esteve em evidencia, pois pegou um vírus onde pessoas “feias” conseguiram se cadastrar nessa rede social só para pessoas belas.

Fiquei curioso a respeito e resolvi tentar a sorte para ver que tipo de pessoa se sujeita a uma bizarrice dessas.

Você faz um cadastro e durante 48h os membros ficam votando em sua foto. São quatro opções (nem pensar, feio, bonito, lindo). Sendo aprovado,  recebe uma mensagem dizendo que faz parte da ”exclusiva”  rede beautifulpeople onde vai encontrar pessoas belas como você.

Após isso, você pode ver o perfil por completo das pessoas, adicionar novos “amigos” e votar em outras pessoas que assim como você, pretendem fazer parte de uma rede, que se diz exclusiva para pessoas belas, como se a beleza fosse definido apenas pelo que vemos.

Num mundo onde já há muito preconceito, acho triste ver que muitas pessoas ainda se preocupam com a beleza, como se fosse algo fundamental.

Afinal, o que é belo? Para mim pelo menos, a beleza física é o menos importante e só serve para o contato inicial que não dura cinco minutos. Após isso, vale muito mais a pessoa por trás da fachada.

Algumas das mulheres que mais me encantam e com as quais certamente me envolveria, estão muito longe do padrão de beleza que a sociedade faz crer ser o ideal. São gordinhas ou magras demais, mas são pessoas tão profundas que da vontade de passar horas ao lado delas, ou mesmo uma vida.

Para quem quer conhecer essa bizarrice, basta me add no facebook, pois assim evito posta dados em um local aberto como o blog (www.facebook.com/marcioaguiar). No face tem um post com os dados para logar. Fique a vontade!

 

Vou deixar o perfil no ar até o dia 30/06 e após isso apagar, pois não tenho o menor interesse em fazer parte de uma rede social, onde o conceito por si só, se mostra algo tão preconceituoso e vazio.

Gostaria de pedir a todos que visitem e conheçam, mas que não ofendam ninguém através de meu perfil e tampouco modifiquem a senha.

A todos, um dia lindo!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Uma noite normal...

- 22:45h, fui dormir

- 1:13h, escuto o primeiro "papai" da noite (são muitas variações, vai desde de o papai, ao papaiii, passando pelo com tom de choro).

Levanto num pulo como em todas as noites, já tentando tranquilizar, dizendo: papai está indo minha princesa.

Pego no colo juntamente com o cheirinho (o travesseiro velho e amiguinho dela), pego uma manta também e falo da forma mais carinhosa possível, já totalmente desperto: Vamos fazer xixi?

Faz xixi, fico com ela no colo por mais uns 10 minutos, até dormir de novo.

Coloco no berço, cubro, faço carinho na cabeça, fecho o cortinado e deito novamente.

- 5:17h, ela acorda novamente; dessa vez chama num tom mais para o choro. Pulo novamente da cama, algo automático. Em uma velocidade que deixaria qualquer jovem atleta com inveja. Em poucos segundos já estou com ela no colo e repetimos todo o processo, só que dessa vez entra  ritual da mamadeira:

Pergunto como sempre: Vamos fazer mamadeira?

Ela responde: vou com vc.

Seguro com um braço e num malabarismo e destreza que a alguns anos atrás, jamais seria sequer capaz de imaginar, repito o ritual, que inclui segurar os 12 quilinhos dela em um dos braços e com o outro preparar a mamadeira.

Após isso, sei que é o horário de deixar deitar em cima, pois do contrário não tem cristo que faça dormir.

Tenho que deitar no meu colchão na sala, para que ela possa deitar em cima de mim. Viro uma cama humana e assim tenho que ficar, imóvel por um bom tempo.

Se tento tirar antes do momento certo, ela se reposiciona e assim vamos.

- 6:17, ops... parei de escrever, pois o papai surgiu no ar.

Ao chegar já está sentada no berço e de forma sapeca fala: Chamei você!

Dou um sorriso e carinhosamente digo:

- Eu ouvi, meu amor. Papai está aqui. Voltamos para o sofá onde tento terminar esse texto, com ela já dormindo, mas com os pés disputando espaço com o notebook no meu colo.

Foi só mais uma noite em minha vida.
Já passei passei por várias situações, até já dormi no berço com ela, no espaço que carinhosamente ela deixou para o papai.

Aqueles que dizem que amam ao cônjuge, na realidade não experimentaram o verdadeiro amor. Amamos sim ao próximo, mas nada se compara ao amor por um filho.

A todos um dia lindo!